Conheça os novos sócios do Méliuz

Fala, Méliuz!
UPDATED: março 19, 2018

 

Olá, tudo bem? Lembra quando contamos para vocês sobre a Cultura do Méliuz? Ela é composta por 3 grupos: clientes, time e atitudes. Se vocês estiverem com a memória boa (se não, é só clicar aqui) sabem que, quando falamos do nosso time, nos referimos a pessoas fora da curva, com espírito empreendedor, que formam uma grande família. E, por isso, acreditamos que nada é mais justo que essas pessoas que pregam diariamente que nada é impossível, se tornem sócias do Méliuz.

Sociedade, o que é isso?

Aqui, quando você sente que é dono do negócio, que já contribuiu para o crescimento do Méliuz e consegue provar isso com números e palavras, pode se tornar sócio da empresa. Quando isso acontece, recebe stock options do Méliuz, que futuramente podem ser transformadas em ações e serem vendidas num IPO, por exemplo. Se a empresa está ganhando e crescendo, por que todos também não deveriam fazer parte disso?! 😀

Mas como funciona?

No Méliuz acreditamos em meritocracia. Se o colaborador já se comporta como sócio, por que não se tornar um? Para isso, temos algumas regrinhas por aqui. Ele deve escrever uma carta para o Israel e para o Ofli, nossos fundadores, com um conteúdo super completo, em janeiro. Nela, ele contará a sua história antes de chegar no Méliuz, durante e o que quer para o futuro. É fundamental falar sobre a vida pessoal e profissional anterior ao Méliuz e como isso auxiliou em seu crescimento até chegar aqui. Citar e exemplificar todas as suas entregas que beneficiaram a empresa e representá-las com números (eles são super importantes para a gente). E, depois de tudo isso, ele descreve quais são suas expectativas para o futuro e como o Méliuz está relacionado a esses planos. Ao receberem a carta, os fundadores avaliam o conteúdo e determinam se aquela pessoa se torna sócia naquele momento e, caso a resposta seja negativa, todos são instruídos sobre o que devem fazer para chegar lá!

Veja aqui o vídeo do anúncio dos novos sócios do Méliuz.

O processo de sociedade é fundamental para o Méliuz e não conseguimos nos imaginar sem essa política. Ele foi criado para que todo ano a empresa conte com mais sócios, ou seja, mais pessoas super engajadas com os objetivos da empresa, e dispostas a dar o seu melhor para fazer o Méliuz ir cada vez mais longe.

E quem melhor para falar sobre a sociedade do Méliuz do que nossos sócios e sócias? Segue aqui os relatos de alguns deles:

Marcela Abreu – UX Designer

” Quando eu entrei no Méliuz, há quase três anos, fui contagiada por uma energia tão incrível, um espírito de coletividade e um sentimento de pertencimento enormes. Foi amor no primeiro instante. A cultura e os valores eram o que me moviam, me faziam acordar inspirada e motivada, buscando sempre dar o meu melhor todos os dias.

A política de sócios busca transformar um ótimo funcionário em dono do negócio, participando efetivamente dos resultados. Essa prática é uma forma de reconhecer o talento e o ótimo trabalho realizado por ele. É gratidão pelo esforço, pela dedicação e por tudo que aquele funcionário contribui ali dentro. Além disso, o modelo permite, entre vários outros benefícios, fidelizar esse funcionário, diminuir a rotatividade, aumentar a motivação e engajamento da equipe.

Depois de quase três anos no Méliuz, e muita “ralação”, eu senti que havia chegado minha hora de tentar e três motivos me fizeram querer me candidatar. O primeiro deles: as pessoas. Eu acredito no projeto Méliuz e acredito em todas as pessoas que “dão o sangue” ali dentro todos os dias. Essa confiança é fundamental na construção dessa relação.

A segunda é a admiração por elas. Eu olho para o lado e só enxergo gente incrivelmente talentosa, dedicada, esforçada e amiga, que buscam se ajudar e crescer juntas. Elas são parte da minha família. E esse é o ponto da nossa cultura mais forte e um dos mais importantes para mim. É ao lado delas que eu quero passar grande parte do meu dia (na verdade, eu nem vejo o tempo passar).

Terceiro ponto, mas não menos importante, os valores do Méliuz correspondem aos meus. Queremos construir algo grande, que gere valor para a sociedade e para o mundo. Queremos fazer diferença construindo algo significativo, onde todos ganham. É isso que nos move.
Ao longo desses dez anos de experiência com Design e UX, dois dele dentro do Méliuz, não foi fácil resumir minha história numa carta. E aí, como eu não sei brincar, escrevi um livro.

Nele eu contei toda minha história de vida, os desafios (que não foram poucos), minha trajetória profissional, dificuldades superadas, resultados gerados no Méliuz, aprendizados, também meus erros e fracassos (eles têm papel fundamental na aprendizagem e geram conhecimentos valiosos).

Eu não consigo expressar a emoção que é vivenciar tudo isso. É tamanha felicidade que não dá para descrever. O Méliuz te faz sentir recompensado por um trabalho bem feito e esse reconhecimento não tem preço. E a única palavra que me permite manifestar isso é gratidão. “

Lucas Tavares – Gerente de operações

” Desde o meu primeiro dia de trabalho no Méliuz sempre foi muito claro que se eu me dedicasse como me dedicaria para minha própria empresa, eu faria um trabalho muito melhor. Assim o fiz, me dediquei como se ele fosse meu, com o objetivo de que um dia de fato fosse. Ao longo dessa caminhada eu procurei ser fiel a este sonho e às pessoas que confiaram em mim, a cada responsabilidade ou promoção conquistada. Ao final de 1 ano como contratado, eu pude olhar para trás com orgulho de ter feito um trabalho fora da curva e com uma dedicação 100% fiel ao meu sentimento de dono.

Como diria Jorge Paulo Lemman, sonhar grande dá o mesmo trabalho de sonhar pequeno, portanto eu termino minha resposta com outras duas perguntas: Por que não sonhar e trabalhar para ser dono do Méliuz? Por que não enviar a carta se você já se comporta como dono e acredita sinceramente que é merecido?

Ao escrever a carta esperava ganhar a oportunidade de sonhar ao lado de pessoas que admiro e que me inspiram. Esperava ter o reconhecimento e o endosso dessas mesmas pessoas, diante de todo trabalho e suor dedicados ao Méliuz.

Acho que já me comportava como dono desde o princípio, portanto meu dia a dia está exatamente como era. Entretanto, agora posso ser exemplo para muitos que querem sonhar ao meu lado e posso inspirá-los como fui inspirado lá no começo. Nisso a responsabilidade e o sentimento de querer entregar ainda mais, aumentaram de maneira exponencial. “

Malu Tolentino – Diretora comercial

” Desde quando a política de sociedade foi apresentada para os colaboradores do Méliuz, lá em 2015, me tornar sócia passou a ser um dos meus principais objetivos profissionais. Sabia que a caminhada que me levaria à gravata amarela não seria fácil, mas também tinha plena convicção de que precisava carregar aquele acessório no pescoço. (risos!)

Essa convicção existe desde o meu primeiro dia no Méliuz, ainda na minha entrevista. Percebi que aquela empresa, ainda tão pequena, com sonhos tão grandes, era diferente das demais que já havia passado. Me identifiquei com a forma na qual as pessoas trabalhavam, o modelo de negócio era incrível e a vontade de fazer acontecer das pessoas era genuína e contagiante. Não sei explicar o porquê, mas senti que aquele não era um relacionamento contratante/contratada comum. Não era uma relação trabalho/dinheiro, mas sim uma elo de muito suor por algo grande. Fazer o Méliuz se tornar uns dos principais players de cashback desse planeta, nunca foi só o meu trabalho, sempre foi o meu desafio pessoal, é o que me move. Me sinto dona do Méliuz desde o dia 09 de junho de 2014, quando ainda era uma estudante de publicidade com pouco conhecimento e muita vontade de fazer acontecer.

E é isso que tenho feito durante todo esse tempo aqui no Méliuz: ACONTECER. A carta veio como resultado disso. Escrevi aos fundadores no momento que tive certeza através do reconhecimento dos meus gestores e colegas, do legado das minhas entregas aqui dentro.

Recebi a gravata amarela com muitas lágrimas (MUITAS MESMO!), por que dentro de mim compartilho do sonho dos fundadores de sermos ainda maiores e ajudar cada vez mais pessoas a economizarem. Tenho muita energia para colocar nesse projeto. Quero estar aqui para contratar pessoas melhores que eu e quero (vou!) ver essa nave decolar sem limites.

O que muda daqui para frente é que o reconhecimento só me faz ter mais vontade, mais brilho nos olhos e mais amor pelo que faço todos os dias. A gente sonha, a gente faz acontecer, por que nada é impossível. “

Cristiano Landa – Coordenador de brand design

” Mandei minha carta de intenção depois de quase exatos dois anos de Méliuz. Além do reconhecimento aos resultados, sempre entendi a política de sociedade como um desafio de buscar novas responsabilidades na dedicação ao futuro da empresa. O próprio sentimento de poder construir aqui os meus sonhos profissionais foi um fator fundamental pra que eu buscasse me tornar sócio, e certamente é o que me deixa mais feliz trabalhando no Méliuz.

E mais legal ainda é que hoje, mesmo que as funções no trabalho permaneçam as mesmas, a forma como sócios e sócias se comportam diante do desenvolvimento da empresa, da marca e do produto Méliuz se renova constantemente. A sensação de ser ainda mais dono daquilo que construímos – e que ainda vamos construir – é tão desafiadora e tão prazerosa, que, sem dúvidas, é o que nos deixa ainda mais empenhados e apaixonados por fazer parte disso. “

Lucas Marques – COO

” Eu já me sentia sócio do Méliuz muito antes de ser sócio de fato. Eu já amava o time, os clientes e nosso produto, e sabia que tinha encontrando o lugar onde poderia ajudar a construir a empresa dos meus sonhos. A carta foi o jeito que encontrei de demonstrar o desejo de fazer parte daquilo tudo para o Israel e Ofli, e ao mesmo tempo tentar demonstrar porque me aceitar de sócio também seria bom para o Méliuz.

Ser sócio é uma responsabilidade gigantesca. Você para de preocupar com seu umbigo, e passa a pensar sempre no bem da empresa, dos seus funcionários e clientes. Ao mesmo tempo é gratificante ver a evolução e o crescimento ano contra ano. Quando entrei no Méliuz eram 14 pessoas e estávamos num apartamento de 3 quartos. Hoje somos mais de 150 pessoas em 3 escritórios! ” 

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